Autoridades monetárias europeias reforçaram o alerta ao setor financeiro sobre a necessidade de adaptação rápida a um novo cenário de riscos cibernéticos impulsionados por inteligência artificial. Segundo representante da supervisão, a falta de acesso a determinados modelos exige resposta ainda mais imediata por parte das instituições.
O alerta ocorre em um contexto em que organizações com acesso antecipado a essas ferramentas já identificaram diversas vulnerabilidades em seus sistemas, evidenciando o potencial dessas tecnologias para explorar falhas e viabilizar ataques mais sofisticados. Especialistas apontam que a evolução acelerada desses modelos tende a ampliar significativamente os riscos no ambiente digital.
Diante disso, reguladores recomendam uma postura proativa, com foco na correção rápida de vulnerabilidades e no fortalecimento contínuo das estruturas de segurança, abrangendo também fornecedores e parceiros tecnológicos. O cenário indica uma mudança na abordagem do risco cibernético, que passa a exigir monitoramento constante e maior capacidade de antecipação.