Provedores de conexão devem identificar usuários acusados de atos ilícitos com base apenas no endereço IP e no intervalo de tempo em que a suposta infração ocorreu
A 3ª Turma do STJ, ao julgar o REsp 2.170.872, firmou o entendimento de que provedores de conexão de internet têm o dever de identificar usuários com base apenas no número IP e no período aproximado em que se verificou o suposto ato ilícito, sendo desnecessária a indicação prévia da porta lógica utilizada. A relatora, […]